domingo, 17 de maio de 2009

Crianças com Trissomia 21

O que é?

> A Trissomia 21 é também conhecida por Síndrome de Down.

> Síndrome de Down ou trissomia do cromossoma 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossoma 21 extra total ou parcialmente.

> A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.

>Portadores de síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.
Muitas das características comuns da síndrome de Down também estão presentes em pessoas com um padrão
cromossômico normal.

>A síndrome de Down é um evento genético natural e universal, estando presente em todas as raças e classes sociais.

> A Síndrome de Down não é Contagiosa. Esta é uma doença que não se pode prever ou evitar. Trata-se de um acaso.

Principais Características da Trissomia 21:

Tratando-se de uma cromossomopatia existem inúmeras alterações associadas a esta patologia, nomeadamente ao nível do aspecto físico da criança, cujos traços característicos são os olhos amendoados, os dedos mais curtos e as mãos mais quadradas. Além disso, são crianças que habitualmente têm um défice cognitivo, ou seja, começam a andar e a falar mais tarde, têm dificuldades ao nível da linguagem e ao nível motor, mas que por norma são extremamente simpáticas, amistosas e generosas. Existem também outros problemas associados ao facto de terem mais um cromossoma, tais como:

  • Dificuldades ao nível cardiovascular;
  • Dificuldades ao nível do trânsito intestinal(obstipação);
  • Maior susceptibilidade a infecções, nomeadamente de garganta, de ouvidos e pneumonias;
  • Maior frequência de problemas de audição e de visão;
  • Problemas de pele(pele muito seca;
  • Problemas de estomatologia.



domingo, 3 de maio de 2009

Fumadores têm filhos mais agressivos!


Além de todos os inconvenientes que o cigarro provoca, investigadores descobriram que os filhos de mães fumadoras podem ser mais agressivos do que as outras crianças. O estudo, conduzido por cientistas da Universidade de Montreal, no Canadá, constatou que aquelas que fumam mais de 10 cigarros por dia têm probabilidades 67% maiores de ter um filho violento.

O uso de drogas e atitudes anti-sociais também são comportamentos comuns encontrados nessas crianças. O estudo faz parte de uma investigação maior, feita sobre a situação das crianças canadenses.

Fonte: www.superinteressante.com.br




Gripe suína já terá morto 150 pessoas no México

O número de mortes devido à nova estirpe de gripe suína já terá atingido as 150 no México. Nos Estados Unidos, o Centro de Controlo e Prevenção das Doenças diz existirem 40 casos confirmados em cinco estados, incluindo 20 em Nova Iorque, mas são todos casos de gravidade moderada. No Reino Unido há os primeiros casos confirmados.
Subir para a fase 4 de alerta pandémico significa que a OMS considera que surgiu um vírus com o potencial de causar uma epidemia à escala global e que consegue transmitir-se facilmente de pessoa para pessoa. A fase 5 indicaria que doença já se estaria a espalhar de forma significativa entre os seres humanos.

27.04.2009 - 18h26 PÚBLICO

O que é a gripe suína?

É uma doença respiratória que atinge porcos, causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.
O actual surto, que teve início na América do Norte, é provocado por uma versão mutante do vírus H1N1 capaz de infectar humanos e de se propagar de pessoa para pessoa.
Desde o seu surgimento, a gripe já fez até agora 149 vítimas, e sob suspeita da doença o número é de 1600 pessoas, a organização de saúde Mundial, declarou que a doença já está a ser uma emergência na saúde pública internacional.



Contágio da Gripe Suína

A gripe suína contagia-se através das vias aéreas, como a gripe comum, com contacto directamente ou indirectamente por meio das mãos com objectos contaminados, o vírus também se espalha, inclusive pelo próprio ar ambiente.

Sintomas da Gripe Suína

Os sintomas são muito parecidos com a gripe comum, estão incluídos: febre alta, cansaço, dores musculares, tosse, fadiga, e ainda surgiram pessoas com vómitos e diarreias.
Para os porcos já existem vacinas, mas para os seres humanos ainda não temos nada, e pode levar uns 6 meses para que isso ocorra.
O medicamento oseltamivir segundo a OMS, mostrou eficiência nos primeiros testes contra o vírus H1N1, mas não se pode afirmar totalmente ainda tal efeito.
O governo deve ser rigoroso nos voos vindos do exterior, certificando que nenhum passageiro, esteja contaminado, pois mesmo que os sintomas da gripe não sejam aparentes temos que estar em alerta por um período, pois algumas delas vieram de países que já estão contaminados. Ter a lista de passageiros desse período, e verificar se após alguns dias no nosso país, nenhum deles esteja a apresentar algum sintoma.



Que medidas posso tomar para evitar a infecção?

Evite o contacto com pessoas que parecem não estar bem e que tenham febre e tosse. Medidas comuns para se evitar infecções e de higiene manual podem ajudar a reduzirem a transmissão de viroses, incluindo a gripe suína em humanos.
Estas medidas podem ser simples como cobrir a boca e o nariz quando se tossir ou espirrar, usar um lenço de papel quando possível e deitá-lo fora logo após o uso.
É importante também lavar as mãos frequentemente com água e sabão para evitar que o vírus se propague das suas mãos para a face ou para outra pessoa. Outra providência é limpar a maçaneta das portas com frequência, usando os produtos normais de limpeza.
Ao cuidar de uma pessoa gripada, o uso de máscara a cobrir o nariz e a boca diminui o risco de transmissão.

É seguro comer carne de porco?

Sim, não há evidência de que a gripe suína pode ser transmitida ao ingerir carne de animais infectados. A contaminação pela carne suína, está descartada, desde que se cozinha a mesma a 71 graus Célsius, eles afirmam que o vírus não sobrevive.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Plantas transgénicas podem prevenir Sida...

Investigadores dos Estados Unidos e Inglaterra usaram uma planta infectada com um vírus, geneticamente modificado, para sintetizar uma proteína que impede a infecção das células pela Sida.

Esta descoberta permitirá a produção em larga escala de uma substância que poderá ser usada num gel eficaz evitando a transmissão do vírus pelo contacto sexual. A proteína estudada foi a griffithsina (GRFT), isolada da alga vermelha Griffithsia. Contudo, o processo de extracção e produção laboratorial é caro, o que dificulta a sua utilização.


A alga vermelha Griffithsia corallinoides

A equipa de investigação, liderada por Kenneth Palmer, da Escola de Medicina da Universidade de Louisville, Estados Unidos, encontrou a solução, usando a planta Nicotiana benthamiana, para sintetizar uma proteína idêntica à griffithsina. O grupo modificou o vírus mosaico do tabaco com um gene da proteína.

Estas plantas modificadas acumularam 1g de proteína recombinante, num Kg de folhas. Esta taxa de expressão da proteína é significativamente mais elevada do que a obtida por meio de microrganismos ou do que os níveis de outras proteínas de prevenção da Sida, produzidas a partir de plantas. Essa taxa é suficiente para a produção de microbicidas em larga escala e a baixo custo.
Para inibir a transmissão da Sida, a proteína liga-se a moléculas de açúcar que o vírus usa para se "disfarçar" no sistema imunitário. Dessa forma, impede a interacção do vírus com as moléculas CD4 (presentes na superfície de alguns linfócitos) com receptores que permitem a entrada do vírus nas células humanas.Os resultados da pesquisa, publicados na revista PNAS, indicaram que a proteína recombinante é estável em diversas condições físicas e não causa irritação ou inflamação. Além disso, a proteína não induz a activação e divisão de linfócitos humanos, o que poderia aumentar o risco de entrada do vírus, em vez de prevenir a sua transmissão, já que os linfócitos são os seus alvos.
Fonte:biologia-geologia.com

Exame simples pode detectar risco de Alzheimer ainda na juventude!!!

Gene ApoE4 está ligado à hiperactividade no hipocampo

Um exame que detecta hiperactividade numa região do cérebro com funções vitais na memória poderá bastar para indicar se um adulto jovem corre mais risco de desenvolver Alzheimer décadas depois, podendo assim ser tratado precocemente.


Esta é a principal conclusão de um estudo realizado pela Universidade de Oxford e do Imperial College de Londres em que foi comparada a actividade cerebral de 36 voluntários com idades entre 20 e 35 anos através de imagiologia por ressonância magnética, sendo metade deles portador do gene ApoE4, relacionado com a doença.

Todos os presentes desempenharam normalmente as tarefas que lhes foram pedidas para avaliar as suas capacidades cognitivas. Os investigadores consideram que os portadores do gene ApoE4, ligado à hiperactividade no hipocampo, têm mais possibilidades de desenvolver a doença do que os não portadores.


A descoberta poderá ser um primeiro passo para desenvolver um método simples de identificação de pessoas com mais possibilidades de desenvolver a doença quando ainda são jovens.


Desta forma, através de um simples exame, será possível aconselhar um tratamento precoce a quem tenha um risco mais elevado de sofrer de Alzheimer. A doença de Azheimer, a causa mais comum de demência, afecta entre 60 mil e 70 mil pessoas em Portugal, segundo as estimativas mais recentes.

Fonte: cienciahoje.com

Utilizadores preocupam-se mais com estética de telemóveis do que com níveis de radiação!
Universidade de Coimbra adverte para efeitos electromagnéticos na saúde humana!

O valor de SAR varia consoante o modelo de telemóvel

A maioria dos utilizadores de telemóvel desconhece os níveis de radiação do seu aparelho, preocupando-se mais com questões estéticas ou tecnológicas quando tem de escolher um modelo, alertou o especialista Santos Rosa.

O professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (UC) adverte que o utilizador comum ainda não se consciencializou com a problemática das radiações electromagnéticas e dos seus efeitos na saúde humana.
As pessoas compram os telemóveis por serem bonitos, por terem ou não 3G, porque têm uma câmara melhor, têm ou não mp3 e nunca vêem o SAR,(Specific Absorption Rate, em português Taxa de Absorção Específica, a quantidade de energia que o corpo absorve quando se está ao telemóvel).
O valor de SAR varia consoante o modelo de telemóvel, se o utilizador está numa zona de boa ou má cobertura e, inclusive, um mesmo modelo pode ter níveis diferentes de radiação. Basta haver uma ligeira alteração no material em que é feito o telemóvel, como a capa, para alterar o valor de energia que a cabeça vai absorver.
Para Santos Rosa, a radiação electromagnética "pode até ser inócua", mas trata-se de algo "que não é natural", pelo que recomenda "bastante cuidado, tendo em conta que um ambiente artificial pode ter consequências que se desconhecem". A alerta é mais perigosa quando estão em causa crianças, aconselhando a moderação no uso do telemóvel "porque a parte cerebral e as defesas imunitárias ainda estão a desenvolver-se".
Olimite de SAR foi estipulado para não se chegar ao "efeito térmico", em que as radiações, "ao atingirem os tecidos, provocam um aumento de temperatura". Se "o efeito térmico" for muito elevado pode provocar danos na saúde" e é nisso que os limites estão baseados.
O especialista diz ser "mais ou menos consensual que as exposições até dez anos, em princípio, não provocarão cancro", mas lembra que acima deste período "ainda não existem resultados fiáveis porque há muito poucas pessoas que utilizam o telemóvel há mais de uma década".


Reflexão do grupo:

Neste texto são abordados dois assuntos. A questão da importância relativa que as pessoas atribuem à componente estética e à emissão de radiação electromagnética de um telemóvel e os níveis seguros de emissão/absorção de radiação.O primeiro aspecto não é estranhamente surpreendente, pensar dá trabalho e os aspectos estéticos são sempre valorizados em detrimento da segurança.Quanto aos níveis de segurança de exposição, parece-nos que a estratégia de definição dos níveis de exposição, como em muitos outros aspectos, segue a via epidemiológica.

Fonte: cienciaviva.com

sábado, 28 de março de 2009

Eczema atópico não é uma doença exclusiva das crianças




Apesar de ser mais frequente nas crianças, o eczema ou dermatite atópica pode persistir ou até mesmo surgir pela primeira vez durante a idade adulta, afectando significativamente a qualidade de vida dos doentes. Existe formas de eczema atópico gravissimos em adultos, mas a maior parte dos casos verifica-se nas crianças, que com a entrada na adolescência melhoram substancialmente.




Por eczemas ou dermatite atópica estende-se uma manifestação inflamatória crónica da pele determinada de forma genética. No fundo, é uma espécie de asma da pele, ou seja, faz parte da diátese atópica, uma vez que as crianças com tendência para rinite alérgica e asma têm uma maior predisposição para a pele seca.




Apesar de não ser uma doença infecciosa, a infecção secundária das lesões é frequente, sendo que numa fase inicial a doença manifesta-se essencialmente através de uma maior secura da pele, acompanhada por vermelhidão, pequenas borbulhas e também comichão sobretudo ao nível do rosto, do tronco e da superfície de extensão dos braços.




As zonas do corpo mais afectadas são, em regra, as bochechas, no caso dos bebés e as pregas dos braços e pernas nas crianças mais velhas, existindo também algumas formas localizadas da doença, nomeadamente nas pálpebras, nos lábios ou nas pontas dos dedos.




Em rigor, o eczema atópico pode surgir em qualquer área corporal e, eventualmente, na forma mais grave da doença, atingir a pele a 100 por cento.




Apesar desta patologia não ter cura, os doentes podem ter remissões muito prolongadas e estar assintomáticos por longos períodos, eventualmente até anos, isto se forem seguidos por uma especialista.




Como referimos em cima, esta é uma doença que não tem cura, mas é fácil de controlar, nomeadamente através de uma boa hidratação da pele com cremes de hidratação tópica.




Contudo, por volta dos 13 ou 14 anos de idade, os jovens deixam gradualmente de ter uma pele tão seca, com tantas crises, o que faz com que esta normalize, embora fiquem quase sempre com alguma tendência para uma pele um pouco mais seca e mais sensível.




Quando se manifesta na idade adulta, esta patologia pode afectar significativamente a qualidade de vida dos doentes, que podem ter crises frequentes e muito demoradas. Além disso, o prurido interfere com o sono e com a auto-imagem de cada um, condicionando bastante a vida social destes doentes.




Em Portugal, estima-se que a dermatite atópica afecte cerca de 10 por cento das crianças, sendo a doença crónica mais frequente durante o primeiro ano de vida, acabando por desaparecer na maior parte dos casos. No entanto, quando se manifesta numa fase mais tardia, a doença tende a persistir durante mais tempo.










Como controlar o eczema atópico:

  • Hidratação diária da pele;
  • Evitar tomar mais do que um banho por dia, que deve ser rápido, com água morna e usando sempre sabonetes próprios, normalmente sintéticos, com substâncias que respeitam o PH da pele;
  • Uso de roupa de algodão, tendo particular atenção ás etiquetas, evitando as lãs e os materiais sintéticos;
  • Evitar vestir roupa nova sem antes a ter lavado;
  • Evitar o sobreaquecimento das casas, nomeadamente dos quartos;
  • Arejar a casa com frequência;
  • Utilizar almofadas e colchões de espuma;
  • Evitar que as crianças brinquem com brinquedos de pelúcia ou de plástico.